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Jornalista.

Cátia Barros
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Sobre mim

Pseudo-jornalista que quer escrever histórias com programação

Chamo-me Cátia Barros e nunca vivi num país sem liberdade de expressão, mas não a tomo por garantida. Cresci em plena democracia, até o meu nome nasceu assim: numa pequena votação que juntou a família mais próxima. Gosto de romantizar a vida e, por isso, atrevo-me a dizer que estava destinada a ser jornalista e fazer cumprir-se a democracia. Não deixei a idade dos porquês, continuo a fazer muitas perguntas e a ter muitas dúvidas. Considero-me uma pseudo-jornalista. Colaboro com o Expresso, desde março, em part-time e divirto-me a costurar e a ler.

Apesar de me questionar muitas vezes se estou no caminho certo, sei onde quero chegar: a uma fusão do desenvolvimento web e de jogos com o jornalismo. Mas esta certeza é recente, estive sempre dividida entre escrever e fazer contas.

No secundário optei por ser uma mulher das ciências exatas e, durante três anos, estudei à beira-mar sobre células e funções. Na universidade decidi tirar Ciências da Comunicação, seguida de uma especialização em Design de Interação, Web e Jogos. Foi durante a licenciatura, na Universidade do Minho, que encontrei o meu ‘nicho’. Para pôr em prática as minhas ideias estive no ComUM, jornal online dos alunos de Ciências da Comunicação, onde fui sub-diretora e editora de sociedade, e fiz uma cadeira opcional em Programação em R. Sozinha aprendi, ainda, HTML e CSS .

Vi o mundo fechar-se em casa, ainda na licenciatura, e, como qualquer profissional de comunicação, tive de me adaptar. Realizei o meu projeto final dentro de quatro paredes, através de janelas de um computador - e uma ligação com falhas à internet que a minha aldeia natal permitiu. Nasceu assim “Economia (não) mexe de ruas vazias”, uma reportagem que esteve nomeada para os prémios Obciber na categoria de “Ciberjornalismo Académico”.

Estagiei, já licenciada, na Rádio Renascença. Integrei a equipa online e acompanhei a evolução da covid-19 ao pormenor durante o verão. Em junho de 2021, voltei a completar uma etapa da vida académica em casa: uma Especialização em Design de Interação, Web e Jogos na Universidade do Porto.

Gosto de muita coisa e talvez fosse isso que me fez querer ser jornalista.

Os meus trabalhos

O meu CV